domingo, 22 de fevereiro de 2009

viajando com as joaninhas...


"Quem você está chamando de 'dama'?!", diz a joaninha Francis de "Vida de Inseto".


Bem, podemos dizer que as joaninhas estão longe de "não fazer mal a ninguém", principalmente se você for da ordem Hemiptera e atender por "pulgão". Numa segunda-feira monótona uma única joaninha pode comer até 50 pulgões, o que é bem significativo para alguém do seu tamanho (elas variam de 1mm a 10mm, aproximadamente). Se você tem uma horta em casa e está cansado de perder grande parte das suas plantas para os pulgões, tente controlar esta "praga" contratando uma ajuda de peso, quer dizer, pouco peso. Lá fora eles vendem joaninhas até em supermercado.

Problemas com pulgão? Seus problemas acabaram! Use 1500 joaninhas em seu jardim e troque um desequilíbrio ecológico por outro!



A joaninha pode ser considerada como um caso aparte dentro da ordem coleoptera (grupo que reúne os besouros). Talvez seja devido ao nome popular em português (ou inglês também, "ladybug") ou devido a grande quantidade de desenhos animados, brinquedos e afins que retrataram este curioso animal. Não sei. Mas uma coisa que eu tenho certeza é que toda a criança (e muitos adultos também) acham que todas as joaninhas são fêmeas. Talvez para nós humanos milhares de anos de evolução que resultaram em um par de asas de coloração vermelha com círculos pretos (podem ser de outras cores também) que formam um sinal de advertência para os predadores, teve um efeito adverso. Bem, não tão adverso. Nós humanos evitamos sim predar joaninhas. Mas não pelo medo de obter um alimento de gosto ruim ou venenoso (mecanismo chamado de aposematismo). Mas por achar este animal "bonitinho" e que ele "não faz mal a ninguém".




Depois de uma farta refeição, nada como um bom descanso. Bem, não tão bom assim. As joaninhas estão longe de serem predadores de topo. Bem longe.







20.02.2009




Gabriel, moicano!






Gabriel e Igor




 Igor




Vó Tita e Igor

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A arte de andar de patins...



Andar de patins é como mergulhar no Zen. Primeiro sente-se um pouco de medo, mas aos poucos a sensação de autoconfiança vai se desenvolvendo e perde-se o temor da entrega. Os pés acostumados a pisar firme no chão e dar equilíbrio, se intimidam com as rodinhas de silicone que parecem teimar em derrubar o corpo na primeira deslizada. Não são feitas para aquilo, mas para dar a sensação de leveza aos que se aventuram em andar e correr com elas. Até que o patinador e elas se tornem um só, formando um conjunto harmônico e respeite as imponderáveis leis da física, serão naturais os tropeços e quedas, assim como na vida. O Zen ensina a arte de receber o que a vida traz como experiência, usando os eventos inesperados e indesejados para o auto-aperfeiçoamento. Patinar, ensina que cair não é fracassar, mas aprender a manter-se em equilíbrio, aperfeiçoar-se para seguir em frente. Pode ser que o patinador se machuque aqui ou ali numa manobra mais arriscada - o Zen ensina que não se deve ir além dos próprios limites, mesmo que esses pareçam ilimitados e adverte que é necessário aprender-se a engatinhar para depois andar; andar para depois correr e só então aprender a voar. Manobras arriscadas sobre patins só podem ser feitas por quem já domina a arte de patinar. O Zen ensina a cultivar a paciência para se construir uma muralha, um edifício, um objetivo por mais difícil que possa parecer. A postura das pernas ligeiramente flexionadas para trás, os braços levemente distendidos ao logo do corpo dão ao patinador estabilidade esperada para que os pés sobre as rodinhas deslizem sem esforço pela pista lisa e sem empecilhos. Apesar disso, os obstáculos existirão e uma simples pedrinha poderá travar os patins desgovernando o corpo e levar à queda. É fundamental manter o corpo relaxado, pois a tensão e a rigidez superestimarão o medo de cair e apressará a queda. Cair para frente, nunca para trás, advertem os patinadores experientes; mas se de todo isso for impossível, deve-se cair com as nádegas no chão, buscando o apoio das mãos e do braço, a cabeça deve ser de todo modo protegida. O Zen ensina proteger a essência, a integridade do caráter, os quais devidamente protegidos reerguerá o ser intacto mesmo que possa estar ferido por fora. Importa a essência. Patinar, ensina como o Zen a arte de vencer obstáculos, cair e levantar, caminhar e voar, respeitar os limites e desafiá-los quando preparado. Patinar e Zen, ensinam a arte de viver. O patinador experiente poderá levitar sobre as pistas, sentindo o vento no rosto, saboreando a vitória de superar suas limitações redescobrindo seu próprio Zen interior

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Igor

Meu filho: Igor, codinome Zonzo.

Campainha de bicicleta


Mais uma joaninha para minha coleção. Fica super legal na bicicleta!

Em andamento................

Meu projeto em andamento... pretendo fazer capas para 6 cadeiras, em fuxico.
Meus parabéns a todas que usam fuxico em seus trabalhinhos, não é tão fácil como parece... é bem demorado e precisa ter muita paciência... uma coisa é certa: vou dar mais valor aos trabalhos com fuxico.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Porta CDS de Joaninha




quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Flor de tecido

Mais uma flor para colorir o jardim das joaninhas... está vai colorir também o cabelo da minha amiga Daniela!

Glitter Photos


[Glitterfy.com - *Glitter Photos*]

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Mais sobre Joaninhas...



Desde a nossa infância que a joaninha é um dos insectos que mais nos atrai. É bonita, não nos pica, e diz-se que nos traz sorte. A presença da joaninha nos nossos jardins pode também ser uma grande vantagem para o bem-estar das nossas plantas.
Desde do final do século XVIII que a joaninha é utilizada para controlar pestes nos Estados Unidos. Muitas espécies de joaninhas podem ser benéficas ao cultivo, ou ao jardim, exactamente porque são predadores de acarídeos (ou homoptera), que são na sua generalidade considerados pestes dos espaços verdes. Ou seja, que ao permitir que a população de joaninhas aumente estamos a promover o combate a estas pestes, reduzindo a sua presença de uma forma natural, barata e sem problemas colaterais. Assim é possível evitar completamente o uso de pesticidas ou outros químicos prejudiciais ao ambiente.

Existem várias formas de utilizar a joaninha como controlo biológico de pestes:

1. Controlo Manipulativo Biológico – o objectivo é utilizar a população de joaninhas já presente na zona afectada, e criar condições mais favoráveis às mesmas para que estas proliferem. Por exemplo, não utilizar químicos que as possam afectar ou, deixar crescer as urtigas que normalmente alojam afidios logo no início da Primavera.




2. Controlo Biológico Aumentativo – esta forma identifica a joaninha na zona afectada, mas em números inferiores àqueles necessários para combater a peste. Implica a introdução de joaninhas vivas, compradas a um fornecedor próprio, com o fim de aumentar a sua população a um nível que permita um combate eficaz. A grande desvantagem é que existe o risco das joaninhas voarem para outra zona. Porém, se permanecerem o tempo suficiente para porem ovos, ao nascerem as larvas, estas consumirão a peste sem poder migrar para outra zona pois não poderão voar até chegar à idade adulta.

3. Controlo Biológico Clássico ou Inoculador – esta última forma, implica a introdução de uma espécie de joaninha que não exista na zona afectada, e que se espera combata uma peste, que parece já ter combatido noutra zona. Um exemplo foi a introdução da joaninha Rodolia cardinalis para combater insectos de escama que ameaçavam destruir por completo a indústria citrina da Califórnia. Neste caso, não foi preciso utilizar químicos, e assim não só foi possível poupar o ambiente como também verbas imensas eventualmente atribuídas ao combate desta peste.
A utilização da joaninha no combate a certas pestes é um método natural a considerar pela sua simplicidade, inexistência de efeitos secundários e o não afectar o meio ambiente que é normalmente tão castigado com químicos. Hoje em dia pode-se encomendar joaninhas vivas através da internet com muita facilidade (com excepção de sites provenientes dos Estados Unidos ou de outros países com restrições alfandegárias) para utilização como controlo biológico. Um exemplo de onde pode encomendar joaninhas pela Internet: Wiggly Wigglers - um site do Reino Unido.

Características da Joaninha (Familia Coccinellidae)

Comprimento: de 1 a 10mm dependendo da espécie.

Cor: Normalmente tem cores fortes – vermelhos, amarelos – para avisar os seus predadores que é tóxica e que sabe mal. Algumas emitem um cheiro desagrdável para os afastar. Pode ter manchas pretas nas suas asas – desde duas até dezasseis, ou mais.

Reprodução: 10 a 50 ovos amarelos de cada vez. As larvas quando nascem são pretas ou cinzentas e têm menos de 4mm de comprimento. As larvas podem continuar cinzentas ao cresceram (tem 4 fases), ou tornarem-se azuis com marcas amarelas ou cor de laranja. Têm mandibulas elongadas e alimentam-se do mesmo que a joaninha adulta. O ciclo de reprodução pode variar em duração dependendo da temperatura, podendo até parar em épocas muito frias.

Alimentação: Afidios, insectos de escama e acarídeos. Eventualmente consomem néctar das plantas e água que vêm nos insectos como complemento à sua dieta. Algumas joaninhas, embora poucas, são herbívoras comendo folhas de plantas.

Reacção ao Perigo: Quando sentem perigo, enrolam as suas pernas e antenas debaixo da sua carapaça, e inclusivamente deixam-se cair de onde estiverem, como por exemplo de uma folha.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Flores de tecido para o cabelo






















22 de janeiro de 2009.

Lavando o pé na pia? Onde já se viu Igor e Gabriel











Obrigada pela ajuda Tiago!




O amor está no ar....


Igor e Clédson aprontando...





Gabriel.