quarta-feira, 8 de julho de 2009

Dia 29 de junho 2009





Praia Tamandaré

















Praia do coqueiro solitário











terça-feira, 7 de julho de 2009

Porto de Galinhas dia 28 de junho 2009

Piscinas naturais, água bem quentinha, peixes malucos...



Centrinho de Porto de Galinhas





Piscina de vidro no hotel



















quinta-feira, 2 de julho de 2009

Férias?! ......... Recife

Quando eu voltar te conto como foi.......... 

quarta-feira, 17 de junho de 2009

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos namorados...muito especial


No dia 11 de junho de 2009, eu e meu amor... minha alma gêmea, completamos 10 anos de casados...

Bodas de Estanho.

Feliz dia dos nomorados para todos!

Gifs - Flash - Fotos e Videos Para seu Orkut

terça-feira, 9 de junho de 2009

Chantagem emocional




Pessoas de qualquer idade e sexo, em todos os tipos de relacionamento podem entrar neste tipo de jogo. Até mesmo no campo profissional. Existem formas de reconhecer a presença da chantagem em um relacionamento e como tentar sair dela.  

 Passo a passo:


1. Tente perceber se não está vivendo situações onde alguém ou você aproveita a situação como moeda de troca. O chantagista desperta a culpa, o senso de dever ou medo da sua vítima, a quem conhece muito bem, inclusive todos os seus pontos fracos e consegue o que quer com a ameaça daquilo que as vítimas mais temem (exemplo: rejeição, silêncio, etc...).


2. Realizar trocas no dia-a-dia é normal. Anormal é realizar trocas contra a sua vontade. O processo de chantagem emocional é geralmente desencadeado e pode ser percebido através de alguns sinais:


2.1. A vontade do chantageador.


2.2. A resistência da vítima em atendê-lo por sentir ir contra seus princípios ou vontade.


2.3. A pressão do chantagista, cercada de ameaças.


2.4. A vítima cede, sempre contra a sua vontade e sente-se mal por isso.


2.5. A repetição da situação, chegando a se tornar um ciclo vicioso.



3. Verifique se pessoas importantes na sua vida ou (se você com outras pessoas): ameaçam a fazer algo contra si mesmas se não forem atendidas; acusam os outros de egoístas, maus quando não fazem o que querem; aprovam exageradamente quando conseguem o que querem e retiram os elogios quando não têm os desejos satisfeitos; usam o dinheiro, beleza ou poder para ter seus desejos satisfeitos. Esses são exemplos clássicos de situações de chantagem emocional.



4. Reconheça se você é vitima ou algoz. A partir daí fica mais fácil sair desse processo de manipular e ser manipulado. Não culpe apenas o chantagista. Tanto o chantageador com o chantageado são responsáveis pela situação. Mesmo que inconscientemente, o chantageado se vende para ser aceito.



5. O ponto central para sair dessa relação doentia está no resgate da auto-estima tanto do chantageado com do chantagista. Pessoas com bom nível de auto-estima, não querem fazer parte nem de um lado ou de outro do jogo.



Musiquinha para desestressar:

chantagem, chantagem, chantagem

emocionalllllllll!

jogo de culpa, jogo de culpa...

vou tomar a minha fluoxetina pra poder te aguentar

aguentar sua chantagem.... 

emocionaaaallllllll!

você se faz de retardadaaaaaaaaaaaaa

eu te aturooooooooooo....

mas só se tiver um prozac pra mim.........

se não não dááááa

chantagem, chantagem, chantagem emocionaaaaaaaaaalllllll!

jogo de culpa... ainda vai se dar mais maaaaaaaaaallllll....



sábado, 6 de junho de 2009


em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, está muito frio, apenas 9 graus...

terça-feira, 2 de junho de 2009

fotos do Igão



Igor, o papagaio esta contentissimo... seu primo Gabriel, o inglês, virá para uma visita.
- Sim, é que meu tio Marcos emigrou para a Inglaterra há um montão de anos e lá nasceu meu primo Gabriel.
- Ande logo Igor, pois o trem das seis já chegou...
- Igor teve que correr para chegar na hora. Ele não queria que seu primo Gabriel pensasse que não era pontual.
- Tenho pressa, amigo Lucas. Um outro dia falaremos sobre futebol. Meu primo Gabriel inglês está chegando.
- Olha lá! está um papagaio com cara de turista, esperando alguém. Deve ser o primo Gabriel.
- Primo Gabriel! que alegria! Vamos para casa. Temos muito o que conversar.
- "Sorry"... Eu só " speak in English" não sei falar " Portuguese".

domingo, 31 de maio de 2009

fotos

sábado, 30 de maio de 2009

Fotinhos...

Personal Particular






Vó Tita, Igor e Luana









Pinhão


Esta semente apresenta um valioso teor nutricional. Tanto que era a principal fonte de alimentação de algumas tribos indígenas do sul do Brasil. Sua polpa é formada basicamente de amido, sendo muito rica em vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e proteínas. E antes de falarmos desta semente e sua bela árvore, vale lembrar que a melhor maneira de aproveitar todas as deliciosas potencialidades do pinhão é saber prepará-lo. Pelo menos um ingrediente é indispensável: a paciência. Deixe-o cozinhar lentamente, para que a casca se abra e libere todas as suas qualidades de aroma e sabor.

Comida de índio?


Os índios paranaenses, coletores de alimentos, tinham o pinhão como um alimento por excelência e acabavam atuando como propagadores das florestas de pinheiros. Para a colheita, os índios botucudos tinham flechas especialmente adaptadas para derrubar as pinhas ainda presas. A tal flecha chamava-se "virola".

O inglês Thomas Bigg-Wither que, no século retrasado, passou pelos campos do Paraná, registrou: "0 pinhão fruta oblonga, de cerca de uma polegada e meia de comprimento, com um diâmetro de meia a três quartos de polegada na parte mais grossa, tem uma casca coriácea, como a da castanha espanhola. 0 paladar é, entretanto, superior ao desta última e, como produto alimentício, basta dizer que os índios muitas vezes só se alimentavam dele, durante muitas semanas. Pode ser comido cru, mas os índios habitualmente os assam na brasa até partir, quando fica em condições. 0 sabor ainda melhora quando cozido, mas este é um sistema que os índios não praticam. 0 estágio mais delicado do pinhão é quando ele começa a germinar, fazendo aparecer um pequenino grelo verde numa extremidade. Nada excede a guloseima desse fruto em tal estado. Os coroados costumam guardar esse fruto para comê-lo mais tarde: Isto eles fazem enchendo diversos cestos de pinhão, colocados dentro da água corrente durante quarenta e oito horas. No fim desse tempo os cestos são tirados fora e o conteúdo é espalhado para secar ao sol. Assim conservados, os frutos ficam secos e sem gosto, perdendo sem dúvida grande parte de suas propriedades nutritivas''.

Ficha da Planta


Nome científico: Araucaria angustifoliaNomes populares: Pinho, pinheiro-do-paraná, pinheiro-brasileiro, pinheiro-caiová, pinheiro-das-missões e pinheiro-são-joséFamília: AraucariáceasOrigem: América do Sul, Brasil
Trata-se de uma árvore alta com copa de formato de cálice. A araucária ou pinheiro brasileiro se destaca das outras espécies brasileiras principalmente por sua forma original que dá às paisagens do sul uma característica toda especial. No passado, antes que a lavoura de café e cereais cobrisse as terras paranaenses e antes que os trigais cobrissem os campos gaúchos, sua presença era tão comum que os índios chamaram de "curitiba" (que quer dizer "imensidão de pinheiros") toda uma extensa região onde esta árvores predominava. E a palavra acabou imortalizada, denominando a capital do Paraná.

Presente no planeta desde a última glaciação - que começou há mais de um milhão e quinhentos mil anos, a araucária, segundo o engenheiro florestal Paulo Carvalho, da Embrapa de Colombo, PR, já ocupou área equivalente a 200 mil quilômetros quadrados no Brasil, predominando nos territórios do Paraná (80.000 km²), Santa Catarina (62.000 km²) e Rio Grande do Sul (50.000 km²), com manchas esparsas em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, que juntas, não ultrapassam 4% da área originalmente ocupada pela Araucaria angustifolia no país.
É uma espécie resistente, tolera até incêndios rasos em razão de sua casca grossa que faz papel de isolante térmico. A capacidade de germinação é alta e chega a 90% em pinhões recém-colhidos. Espécie pioneira, dissemina-se facilmente em campo aberto. Esta gimnosperma é uma árvore de grande porte: atinge cerca de 50 m de altura e seu tronco pode medir até 8,5 m de circunferência. Seu fruto, a pinha, contém de 10 a 150 sementes - os famosos pinhões - que são muito nutritivas, servindo de alimento a aves, animais selvagens e ao homem.

A árvore cresce em solo fértil, em altitudes superiores a 500 m e atinge bom desenvolvimento em 50 anos. Seu formato é bem peculiar:o tronco ergue-se reto, sem nenhum desvio e se ramifica apenas no topo, formando a interessante copa, com os ramos desenvolvendo-se horizontalmente, as pontas curvadas para cima; superpostos uns aos outros, formando vários andares. Logo abaixo da copa, nos pinheiros mais antigos, aparecem às vezes alguns tocos de ramo, quebrando a simetria característica. É planta dióica, isto é, suas flores - masculinas e femininas - nascem separadas, em árvores diferentes. Assim, um pé de Araucária angustifolia possui inflorescências (chamadas estróbilos) somente masculinas ou somente femininas.
Ao contrário do que geralmente se pensa, as famosas pinhas usadas nos enfeites de Natal não provém das matas nativas de araucária, mas de espécies de introdução relativamente recente, pertencentes ao gênero Pinus.

A pinha da araucária, ou estróbilo feminino, na maturidade, se desmancha soltando os pinhões e as escamas murchas. Quando chega a época da reprodução, o vento transporta o pólen das inflorescências masculinas para as femininas. É o tipo de polinização que os botânicos denominam anemófila. A araucária é, como já foi dito, uma gimnosperma (gymnos - nú; sperma - semente): suas sementes não estão encerradas em ovários. O óvulo nasce na axila de um megasporófilo, que é protegido por uma folha modificada - a escama de cobertura. Esta acaba envolvendo e protegendo o óvulo fecundado, constituindo o que se conhece como "pinhão". Uma árvore feminina produz uma média anual de 80 inflorescências, cada uma com cerca de 90 pinhões.

A Araucária angustifolia é uma árvore útil: pode-se dizer que tudo nela é aproveitável, desde a amêndoa, no interior dos pinhões, até a resina que, destilada fornece alcatrão, óleos diversos, terebintina e breu, para variadas aplicações industriais. As sementes são ricas em amido, proteínas e gorduras, constituindo um alimento bastante nutritivo. É comum ver bandos de pássaros, principalmente periquitos e papagaios, pousados nos galhos das araucárias, bicando as amêndoas. É também costume alimentar os porcos com pinhões, hábito bem comum no sul do País. Mas é a madeira que reúne maior variedade de aplicações. Em construção, já foi usada para forros, assoalhos, e vigas. Vastas áreas de pinheirais foram cultivadas exclusivamente para a confecção de caixas e palitos de fósforos. E a madeira serviu até como mastros em embarcações. Em aplicações rústicas, os galhos eram apenas descascados e polidos, transformando-se em cabos de ferramentas agrícolas.

A aplicação do pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro estende-se ao importante campo da fabricação de papel. Da sua madeira obtém-se a pasta de celulose que, após uma série de operações industriais, fornece o papel. Curiosidades: A semente da araucária, o pinhão, é realmente muito nutritiva. Pesquisas históricas e arqueológicas sobre as populações indígenas que viveram no planalto sul-brasileiro, de 6000 anos até os nossos dias, registram a importância do pinhão no cotidiano desses grupos. Restos de cascas de pinhões aparecem em meio aos carvões das fogueiras acesas pelos antigos habitantes das matas com araucária. Um depósito de restos de pinhões em meio a uma espessa camada de argila evidencia não apenas a existência do pinhão na dieta diária dos grupos, mas também uma engenhosa solução para conservá-lo durante longos períodos, evitando o risco de deterioração pelas ações do clima ou do ataque de animais.

Sabe-se também que o pinhão servia de alimento para inúmeras espécies animais, inclusive caititus selvagens (espécie de porco), atraindo-os durante a época de amadurecimento das pinhas. Assim, ao lado da coleta anual do pinhão, os indígenas igualmente caçavam esses animais. Uma enorme diversidade de animais, desde grandes mamíferos até os menores invertebrados, vive na floresta de araucárias - e depende dela. Quando os pinhões amadurecem, a fartura de alimento altera toda a vida na mata. A gralha-azul, por exemplo, que utiliza a araucária para fazer seu ninho, esconde seu alimento no oco dessas árvores. Já o macaco bugio e o ouriço são dotados de uma curiosa habilidade: são capazes de debulhar cuidadosamente as pinhas que guardam os pinhões. O que sobra é aproveitado por besouros, formigas e uma infinidade de insetos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Tadany

A curiosidade é o combustível que mantém a chama da sabedoria acesa

A sabedoria é o combustível que mantém a chama da verdade acesa

A verdade é o combustível que mantém a chama da vida acesa

A vida é o combustível que mantém a chama da divindade acesa

A divindade é o combustível que mantém a chama de Deus acesa

Deus é o combustível que mantém todas as chamas acesas. Tadany
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