sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Contando os dias...

Manual de instruções da vida

Nunca desista de ninguém.
Milagres acontecem todos os dias.
Aprenda a prestar atenção.
As vezes oportunidade bate à porta muito baixinho.
Jamais prive uma pessoa de esperança,
pode ser que ele só tenha isso.
Torne-se a pessoa mais positiva
e entusiástica que você conhece!
Jamais corte o que pode ser desatado.
Nunca desperdice uma oportunidade de
dizer a uma pessoa que você a ama.
Não use seu tempo e suas palavras com descuido.
Nenhuma das duas coisas pode ser recuperada.
Atenção aos grandes problemas.
Eles escondem grandes oportunidades.
Embora ninguém possa voltar atrás
e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora
e fazer um novo fim.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Amor e Luz"
Autores: W. Luz / n. Farias

Amor e Luz
A mão que toca e faz
A dor fica menor
O seu olhar afaga
Amor e Luz
No silêncio das noites
O guardião da vida
Basta você chamar
Vive a vida
Pra tantas vidas
Muitas vezes sem saída
Nem o tempo cura as vezes essas feridas
Mas um sedativo é sempre o ombro amigo
Nem o tempo cura as vezes essas feridas,
Mas um sedativo é sempre o ombro amigo

O Enfermeiro, a Enfermeira
Transcendem suas lutas pelos leitos
O Enfermeiro, a Enfermeira
Já é eleito em nossos corações amor e luz
Amor e Luz
Amor e Luz, uma bandeira branca avisa
A vida sempre vale mais
Amor e Luz
Amor e Luz, chama acesa
Vida em tantos hospitais
Vive a vida...

















sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Que fofinha!!!



 
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
................................
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
 
Abreu, Casimiro de (1837-1860), poeta romântico brasileiro.





PAZ ....PAZ....PAZ....PAZ....PAZ.....PAZ.....PAZ!!!!

Mentes com Medo!



O livro é cativante do ínicio ao fim, muito bom... olha só:

(...Quem nunca sentiu medo que atire a primeira pedra...
Quer saber de uma coisa?  Todo mundo têm medo, uns têm medinho, outros medões, mas no fundo tudo é medo puro e simples. Sentimos medo de manhã, as vezes à tarde e muito mais à noite, não necessariamente nessa ordem.

Medo de não ver o pôr-do-sol, de não poder ir à praia no domingo, de jogar a bola para fora do gol, da areia quente, de que o chope esquente ou a onda se arrebente.

Medo de cair, de sair, de se divertir, da felicidade, da fatalidade, da bala perdida, da fome, de ter e de perder, seja lá o que for!

Medo de trair e ser traído, de perder o grande amor, de amar e não ser amado, de dizer adeus, de partir, de mudar, de renovar, de dizer eu te amo!

Medo de bruxa, do escuro, do bicho-papão, do vento, da ventania, do relâmpago e do trovão.

Medo da morte: a sua, a do amigo, do seu filho e a dos seus pais.

Medo de esquecer o que foi bom, de enlouquecer, de não viver, do prazer, de querer sempre mais e nunca mais parar de querer.

Medo do terror, dos terroristas, dos que manipulam os horrores humanos, dos que adoram o poder, de não poder com esse tipo de gente.

Medo de envelhecer, das rugas, dos cabelos brancos, da osteoporose, da menopausa, da calvície, de virar pó e da certeza de que a vida é uma só.

Medo de experimentar coisas novas, umas melhores e outras piores, mas o que vale é o movimento, somente o que está morto não se move.

Medo de olhar no espelho; do fracasso, da decadência, da não-reação, do marasmo, da acomodação.

Medo de falar a verdade, de não ter verdades pelas quais lutar, de magoar, de brigar, de perdoar.

Medo de não ter o filho desejado, de não vê-lo crescer, de vê-lo adoecer, de não vê-lo feliz.

Medo do chefe que grita, que não elogia, que não explica, que não brinca, que só xinga, que assedia.

Medo da solidão, da rejeição, do telefone que não toca, da palavra não dita, do "mico" não pago, a alucinação da paixão, do beijo não roubado, da dor do amor não correspondido, das velas não apagadas, do grito não ecoado depois do sexo em perfeita comunhão.

Medo da diferença, da indiferença, da arrogância, do desprezo, da ignorância, do preconceito, do politicamente correto, do jeitinho brasileiro, da corrupção, da inflação, da humilhação, da falta de profissionalismo dos políticos, da inveja da tristeza, das escolhas, do seu corpo, do passado, do presente e do futuro.

Medo de gastrite, otite, sinusite, faringite, meningite, hepatite, celulite e tudo que é "ite".

Medo da responsabilidade, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, do recomeço, de cantar, de dançar, das crenças, das encrencas, de dar e receber opinião, de ter voz e voto, de não ter voz e voto, de aturar gente de má índole, de má vontade e sem educação.

Medo de casar, de se divorciar, de casar de novo, de não poder mais voltar. Medo de se perder, de endurecer o coração, de não sonhar e de nunca mais se achar.

Medo de errar, de não ter o que dizer, de falar demais, de se calar diante da covardia, de engolir o choro da emoção, de não crer enão ter fé em DEUS, em si e na vida.

Medo da enchente, de não gostar de gente, do ladrão, de não ser o único e virar nenhum na multidão.

Medo de pensar "inho" e acabar tendo uma vidinha cercada de gentinha, de perder o emprego, de nunca mudar de emprego por puro medo da mudança, medo da mediocridade e da maldade.

Medo da ditadura, do neoliberalismo, do comunismo, do nazismo, do radicalismo, da guerra, da bomba de Hiroshima, de Nagasaki, do tsunami, do Katrina, da chacina, da rebelião, do vandalismo, da escravidão, da sofreguidão, da falta de poesia, da realidade nua e crua.

E , por fim, medo de não ter coragem para enfrentar tudo isso, mesmo que isso não tenha fim...

ANA BEATRIZ BARBOSA DA SILVA  )




E você tem medo de que?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

chinelos com miçangas!





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Romã

Os gregos antigos faziam oferendas à deusa Afrodite, a deusa do amor, com romãs, porque eles acreditavam que a romã era a fruta que alimentava o amor. Outros consideram a romã a fruta da sorte e comem romãs na passagem de ano e guardam algumas sementes para ter sorte o ano inteiro.  Além de sorte eamor, a romã é a fruta da saúde, tantos são seus efeitos benéficos.

Seus princípios ativos são: manita, ácido gálico, pelieterina, isopelieterina, grenadina, puricina e tanino. A romã é rica em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita e saudável e ajuda a visão. Também é rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos, previnem o estresse. Contém também pequenas frações de ferro e cálcio.

Auxilia nos seguintes problemas de saúde:

  • Diarréia e cólicas: preparar um chá com a casca da fruta, fervendo por 10 minutos uma quantidade de 2 colheres de sopa em 1 litro de água. Deixar esfriar e coar. Pode adoçar com mel ou açúcar. Tomar 1 xícara 4 vezes ao dia.
  • Dor de garganta ou inflamações na boca: esta é a indicação mais famosa! Melhora as inflamações de garganta e as aftas bucais. O ideal para esta finalidade seria um chá com as flores da romãzeira, mas são difíceis de serem encontradas, e as folhas também servem. Ferver 1 colher de sopa cheia de folhas e/ou flores da roãzeira em 1/2 litro d’água. Coar, deixar esfriar. Gargarejar várias vezes ao dia. Nas farmácias de homeopatia já existem prontos sprays de romã, que têm a mesma função.
  • Furúnculos e abscessos: usar as folhas amassadas em um cataplasma quente, mas NÃO fervendo, e colocar sobre as lesões que estejam FECHADAS.
  • Solitária: a solitária é uma doença causada por vermes, que é contraída ao comer carne de porco ou de boi cruas ou mal cozidas. Ela prende-se à parede do intestino e alimenta-se do sangue da pessoa e dos alimentos que ela ingeriu, o que vai causando uma fraqueza enorme. Este chá de romã é muito eficaz para expelir a solitária, e é preparado com a raiz. Ferver 4 colheres de sopa de raspas da casca da raiz da romãzeira em 1 litro de água, em fogo baixo, por 30 minutos. Deixar amornar, coar e tomar 1 xícara de 2 em 2 horas, num total de 3 xícaras.
  • Varizes: a romã aumenta a resistência das paredes das veias e pequenos vasos, prevenindo as varizes. Prepare o chá com a casca igual como está descrito acima e tome 2 vezes ao dia.

Oração dos enfermeiros

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Lenda dos enfermeiros








Autor: Cleiton Amorin
contato@cleitonamorim.com.br
051 84117070 ou 051 34697264


Quando Deus criou o enfermeiro, teve de fazer horas suplementares. Era o sexto dia. Disse-lhe um anjo:

- Senhor, há muito tempo que trabalhais para fazer este modelo!

- Já pensaste na longa lista de simbolos especiais inscritos nesta encomenda? A obra tem de ser entregue sob a forma masculina e feminina, fácil de desinfectar, sem despesas de conservação e não pode ser de plástico. Ele deve ter nervos de aço, costas que resistam a toda a provação, sendo ao mesmo tempo docil e gracioso, para se poder sentir à vontade nos quartos de serviço demasiado pequenos. Deve poder fazer cinco coisas ao mesmo tempo, tendo o cuidado de manter sempre uma mão livre. - respondeu-lhe Deus.

O anjo abanou a cabeça e disse:

- Seis mãos, isso é uma coisa impossível.

- A dificuldade não está ai. O que me preocupa são os três pares de olhos que deve ter o modelo padrão; dois olhos para ver a noite atravês das paredes, durante as velas e para vigiar duas unidades; dois olhos atrás da cabeça para ver aquilo que não gostariam que ele visse, mas de que tem que ter absoluto conhecimento e, seguramente, dois olhos de frente, que olham para o paciente e lhe dizem: 'Compreendo-vos, estou aqui, não se preocupe.' - Deus respondeu.

O anjo puxou-lhe gentilmente pelo braço e disse:

- Ide dormir Senhor, amanhã de manhã continuareis.

- Não posso. - respondeu o Senhor - Já consegui que raramente adoeça e se saiba tratar a si mesmo. Aceita que dez quartos duplos recolham quarenta doentes, mas nunca que dez postos de trabalho sejam apenas providos com cinco enfermeiros. Gosta muito da sua profissão, que exige muito dele e não é muito bem pago. Sabe viver com horários irregulares e aceita ter poucos tempos livres.

O anjo andou lentamente à volta do modelo do enfermeiro e suspirou:

- O material é demasiado mole.

Deus replicou:

- Mas é tenaz. Tu não imaginas tudo o que ele pode pensar! Não somente pensar, mas avaliar uma situação e tomar compromisso.

O anjo inclinou-se mais sobre o modelo, passou-lho o dedo pela face e disse:

- Vejo aqui uma fenda. Já vos disse que experimentais várias coisas no vosso modelo.

- Esta fenda é feita por uma lágrima. - disse Deus.

- Porquê?

- Ela corre nos momentos de alegria, de tristeza, de decepção, de dor e de desamparo. - explicou-lhe Deus - é a lágrima que serve de tubo de escape para o excedente.

Este postal é dedicado a todos os que dedicam a vida a esta profissão...

'Os anjos estão no céu e os enfermeiros na terra'