segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da mulher


Ser Mulher 


Mulher
Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.

Mulher
SER guerreiro, guerrilheiro,
lutador...
multimidia, multitarefa, 
multifaceta, multi-acaso...
multi-coração...

Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai,
sem perder a conta,
sem se dar conta, de que 
esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi 
usurpado e que agora é 
por ela ocupado.

MULHER... 
Esse SER florado, 
esse SER adorado,
esse SER adornado, 
que nos poem em um tornado, 
nos deixa saciado e
transtornado, 
que nos faz explodir
e sentir extasiado. 
SER admirado...

MULHER...
Nesse final de milénio, 
faça a transição. 
Tire de seu coração a semente 
que vai mudar toda a gente
levando o mundo a ser mais gente...
Um mundo mais feminino, 
mais rosado e sensibilizado,
mais equilibrado e perfumado...

PARABENS MULHER !!! 
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço. 
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade, 
Tronco da multiplicidade, 
Folhas da serenidade, 
Flores da fertilidade, 
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.

Parabéns...


Autor Desconhecido 

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Deu branco!









Vai dar tudo certo!!!


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Rocha no Caminho...





Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Naquele momento, ele se escondeu e ficou observando se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei, dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou se quer remover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha. Após muita força e suor, ele, finalmente, com muito jeito, conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. Foi até ela e viu que a bolsa continha muitas moedas de ouro, e um bilhete escrito pelo rei que dizia:

"TODO OBSTÁCULO CONTÉM UMA OPORTUNIDADE PARA 
MELHORARMOS NOSSA CONDIÇÃO..."







sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Contando os dias...

Manual de instruções da vida

Nunca desista de ninguém.
Milagres acontecem todos os dias.
Aprenda a prestar atenção.
As vezes oportunidade bate à porta muito baixinho.
Jamais prive uma pessoa de esperança,
pode ser que ele só tenha isso.
Torne-se a pessoa mais positiva
e entusiástica que você conhece!
Jamais corte o que pode ser desatado.
Nunca desperdice uma oportunidade de
dizer a uma pessoa que você a ama.
Não use seu tempo e suas palavras com descuido.
Nenhuma das duas coisas pode ser recuperada.
Atenção aos grandes problemas.
Eles escondem grandes oportunidades.
Embora ninguém possa voltar atrás
e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora
e fazer um novo fim.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Amor e Luz"
Autores: W. Luz / n. Farias

Amor e Luz
A mão que toca e faz
A dor fica menor
O seu olhar afaga
Amor e Luz
No silêncio das noites
O guardião da vida
Basta você chamar
Vive a vida
Pra tantas vidas
Muitas vezes sem saída
Nem o tempo cura as vezes essas feridas
Mas um sedativo é sempre o ombro amigo
Nem o tempo cura as vezes essas feridas,
Mas um sedativo é sempre o ombro amigo

O Enfermeiro, a Enfermeira
Transcendem suas lutas pelos leitos
O Enfermeiro, a Enfermeira
Já é eleito em nossos corações amor e luz
Amor e Luz
Amor e Luz, uma bandeira branca avisa
A vida sempre vale mais
Amor e Luz
Amor e Luz, chama acesa
Vida em tantos hospitais
Vive a vida...

















sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Que fofinha!!!



 
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
................................
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!
 
Abreu, Casimiro de (1837-1860), poeta romântico brasileiro.





PAZ ....PAZ....PAZ....PAZ....PAZ.....PAZ.....PAZ!!!!

Mentes com Medo!



O livro é cativante do ínicio ao fim, muito bom... olha só:

(...Quem nunca sentiu medo que atire a primeira pedra...
Quer saber de uma coisa?  Todo mundo têm medo, uns têm medinho, outros medões, mas no fundo tudo é medo puro e simples. Sentimos medo de manhã, as vezes à tarde e muito mais à noite, não necessariamente nessa ordem.

Medo de não ver o pôr-do-sol, de não poder ir à praia no domingo, de jogar a bola para fora do gol, da areia quente, de que o chope esquente ou a onda se arrebente.

Medo de cair, de sair, de se divertir, da felicidade, da fatalidade, da bala perdida, da fome, de ter e de perder, seja lá o que for!

Medo de trair e ser traído, de perder o grande amor, de amar e não ser amado, de dizer adeus, de partir, de mudar, de renovar, de dizer eu te amo!

Medo de bruxa, do escuro, do bicho-papão, do vento, da ventania, do relâmpago e do trovão.

Medo da morte: a sua, a do amigo, do seu filho e a dos seus pais.

Medo de esquecer o que foi bom, de enlouquecer, de não viver, do prazer, de querer sempre mais e nunca mais parar de querer.

Medo do terror, dos terroristas, dos que manipulam os horrores humanos, dos que adoram o poder, de não poder com esse tipo de gente.

Medo de envelhecer, das rugas, dos cabelos brancos, da osteoporose, da menopausa, da calvície, de virar pó e da certeza de que a vida é uma só.

Medo de experimentar coisas novas, umas melhores e outras piores, mas o que vale é o movimento, somente o que está morto não se move.

Medo de olhar no espelho; do fracasso, da decadência, da não-reação, do marasmo, da acomodação.

Medo de falar a verdade, de não ter verdades pelas quais lutar, de magoar, de brigar, de perdoar.

Medo de não ter o filho desejado, de não vê-lo crescer, de vê-lo adoecer, de não vê-lo feliz.

Medo do chefe que grita, que não elogia, que não explica, que não brinca, que só xinga, que assedia.

Medo da solidão, da rejeição, do telefone que não toca, da palavra não dita, do "mico" não pago, a alucinação da paixão, do beijo não roubado, da dor do amor não correspondido, das velas não apagadas, do grito não ecoado depois do sexo em perfeita comunhão.

Medo da diferença, da indiferença, da arrogância, do desprezo, da ignorância, do preconceito, do politicamente correto, do jeitinho brasileiro, da corrupção, da inflação, da humilhação, da falta de profissionalismo dos políticos, da inveja da tristeza, das escolhas, do seu corpo, do passado, do presente e do futuro.

Medo de gastrite, otite, sinusite, faringite, meningite, hepatite, celulite e tudo que é "ite".

Medo da responsabilidade, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, do recomeço, de cantar, de dançar, das crenças, das encrencas, de dar e receber opinião, de ter voz e voto, de não ter voz e voto, de aturar gente de má índole, de má vontade e sem educação.

Medo de casar, de se divorciar, de casar de novo, de não poder mais voltar. Medo de se perder, de endurecer o coração, de não sonhar e de nunca mais se achar.

Medo de errar, de não ter o que dizer, de falar demais, de se calar diante da covardia, de engolir o choro da emoção, de não crer enão ter fé em DEUS, em si e na vida.

Medo da enchente, de não gostar de gente, do ladrão, de não ser o único e virar nenhum na multidão.

Medo de pensar "inho" e acabar tendo uma vidinha cercada de gentinha, de perder o emprego, de nunca mudar de emprego por puro medo da mudança, medo da mediocridade e da maldade.

Medo da ditadura, do neoliberalismo, do comunismo, do nazismo, do radicalismo, da guerra, da bomba de Hiroshima, de Nagasaki, do tsunami, do Katrina, da chacina, da rebelião, do vandalismo, da escravidão, da sofreguidão, da falta de poesia, da realidade nua e crua.

E , por fim, medo de não ter coragem para enfrentar tudo isso, mesmo que isso não tenha fim...

ANA BEATRIZ BARBOSA DA SILVA  )




E você tem medo de que?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

chinelos com miçangas!





quinta-feira, 26 de novembro de 2009